Como atuamos!
O Movimento 3A atua a partir de uma metodologia própria, que coloca no centro as pessoas, os territórios e as redes de solidariedade.
Nossa prática é guiada pelos três pilares que nos dão nome: Acolhida, Afeto e Ação.


Formação de lideranças
Acreditamos que democratizar a política também significa formar novas lideranças. Estimulamos a escuta, a empatia, o altruísmo e a participação solidária como fundamentos de uma prática política democrática, antirracista e pós-capitalista.
Comunidades 3A
Nossa atuação acontece em rede, por meio das Comunidades 3A – C3As. Esses espaços locais são o coração do movimento: locais de encontro, cuidado, formação e mobilização, sempre baseados nos três pilares.
Rede nacional e atuação parapartidária
Do local ao nacional
O Movimento 3A é parapartidário e nacional. Estamos presentes em diferentes estados e municípios, articulando nossas comunidades locais em uma rede que conecta lutas territoriais com a agenda democrática mais ampla.
Partimos das demandas concretas dos territórios para construir uma Agenda Democrática Periférica, Negra e Indígena. Assim, o que nasce localmente se transforma em força coletiva para disputar a política institucional e a sociedade civil.






O Movimento 3A se constrói com pessoas que acreditam em uma democracia radical, antirracista e periférica.
Nossa força vem da união entre membros e apoiadores:
Iniciativas que promovem acolhida e transformação social.
Alberto Aleixo de Souza é formado em Filosofia e cofundador da Redes da Maré, Instituto Maria e João Aleixo, Coletivo Maré, Instituto Comum Viver e Editora Periferias. Atua no PNUD, no Programa PISTA. Participou de conselhos estaduais e nacionais de segurança pública e do conselho municipal de cultura do Rio, representando a sociedade civil.
Geógrafo e doutor em Educação, fundador de várias organizações da sociedade civil, em especial o Observatório de Favelas, o IMJA/UniPeriferias e Universidade Comum Viver, onde atua como reitor. Foi secretário municipal de educação, professor da UFF e é consultor da UNESCO e PNUD. Referência na defesa do direito à cidade, na criação do conceito de potências das favelas e das epistemologias das periferias.
Educador popular, Doutor em Educação, Mestre em Sociologia, Graduado e Licenciado em História. Atua há mais de 30 anos como professor e coordenador do Pré-vestibular social Educafro; também atua na Escola Popular para Jovens, Adultos e Idosos e na formação de educadores e na construção de metodologias de educação popular em territórios periféricos.
Professor e historiador, com formação em Filosofia e Teologia pela Ordem dos Frades Franciscanos Capuchinhos. Fundador e primeiro presidente da ABRAÇO — Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária, é uma liderança reconhecida pela luta pelo direito à comunicação e pela democratização da mídia.







